Publicado por Elizabeth Misciasci em 23/08/2010 00:45:00
Atualizado em dezembro de 2011
Os pais de Madeleinne McCann, a criança que desapareceu no Algarve em 2007, testemunharam nesta quarta-feira perante a comissão de inquérito que está a investigar o caso das escutas ilegais no Reino Unido e não pouparam críticas aos tablóides britânicos.
Kate McCann, a mãe de Madeleinne, condenou o comportamento “repugnante” dos tablóides britânicos. “Não mostraram qualquer respeito por mim, nem como mãe nem como ser humano”, disse aos responsáveis da comissão.
Um jornal chegou a acusar os pais de “Maddie” de terem vendido a filha e o News of the World, jornal do magnata Rupert Murdoch que encerrou na sequência do escândalos das escutas telefónicas que atingiu políticos, membros da família real e vítimas de crimes, chegou a publicar partes do diário de Kate McCann, sublinhou a AFP.
Kate McCann disse à comissão de inquérito sobre as escutas ilegais que se sente “totalmente violada” e adiantou que o News oh the World publicou excertos do seu diário que, adiantou, terão sido obtidos junto da polícia portuguesa.
Kate McCann reiterou as suspeitas de que a fuga de informação tenha tido origem na polícia portuguesa por ter detectado pequenas diferenças entre o que escreveu e o que foi publicado, o que a leva a acreditar que tenha havido uma tradução para português e depois novamente para inglês, salientou o Guardian.
Público - pt
Em contra-partida
Elementos da polícia britânica viajaram a Espanha para discutir pormenores do desaparecimento de Madeleine McCann. Vários detectives deslocaram-se a Barcelona entre 23 e 25 de Novembro de 2011, para o que terá sido uma reavaliação do desaparecimento que espoletou o caso Maddie, assim conhecido em Portugal.
Vários detectives britânicos viajaram para Barcelona com o objectivo de reavaliar os detalhes do caso, que remonta a Maio de 2007, quando Maddie desapareceu de uma casa situada no aldeamento da Praia da Luz, perto de Lagos, no Algarve.
A visita de vários detectives britânicos a Barcelona poderá indiciar novos desenvolvimentos na investigação, embora nada tenha sido adiantado pela Scotland Yard – denominação conferida à polícia de Londres, capital inglesa. Porém, um porta-voz citado pelo The Guardian fez saber que não serão colocados limites às reavaliações do caso.
«A revisão continua. Tem existido uma boa cooperação com as autoridades portuguesas e a ligação vai continuar», explicou, adiantando também que não discutiria «pormenores específicos» da visita do contingente de detectives a Espanha.
Entretanto, a imprensa britânica vai especulando acerca do teor da visita das autoridades a Barcelona, embora seja incerto se na origem da viagem estará algum avanço nas investigações.
Elizabeth Misciasci
Da Redação Revista zaP!®
imprensa@revistazap.org
Com Informações:
SOL
*
Atualizado em setembro de 2010
Atualizações sempre na sequencia da materia, ou seja, no rodapé
Na noite de 03 de maio de 2007, na pequena vila de pescadores Português da Praia da Luz, uma criança de três anos, britânica é dada como desaparecida.
Seu nome é Madeleine Beth McCann.
Assim começou um dos mistérios mais intrigantes dos últimos tempos, o de uma menina que saiu de férias com sua família e nunca mais voltou para casa...
O mistério causou clamor e passou a ser conhecido como Caso MADDIE
*Referências e importantes Informações do Painel abaixo, leia no rodapé.

Dos fatos
O casal Kate e Gerry McCann, médicos britânicos e pais de três crianças: a pequena Madeleine MacCann, desaparecida no dia 3 de maio de 2007 no sul de Portugal e dois outros filhos, os gêmeos Sean e Amelie..
Conforme foi relatado pelo casal McCann na ocasião, Madeleine desapareceu quando dormia em um quarto do complexo turístico Ocean Club, na Praia da Luz, enquanto seus pais jantavam com um grupo de amigos em um restaurante.
No ínício das investigações, as declarações da Polícia Portuguesa apontavam:
As mídias portuguesas,chegaram a noticiar que de acordo com as revelações da PJ, as equipes de políciais seguiam duas linhas de investigação: o rapto por uma rede internacional de crimes relacionados à pedofilia ou o rapto por uma rede de adopção ilegal.
Foram declarados, que haviam denuncias e listas de pedófilos, que estriam sendo investigados pela PJ, anunciados inclusive uma média de 130 pedófilos que teriam passado por Algarve, na época do desaparecimento de Madeleine, no entanto, após muita pressão, a polícia admitiu pela primeira vez que não tinham qualquer suspeito em vista. A única via de investigação que estavam dispostos a revelar consistia na examinação de fotografias tiradas por turistas.
Depois de seguir pistas, denuncias e informações aleatórias, a polícia portuguesa abriu o leque de investigação.
Sangue encontrado no quarto do hotel levou os peritos a acreditar que a criança poderia ter sido morta no local. Desde setembro de 2007, os pais de Madeleine, também entraram na lista de suspeitos pelo desaparecimento de Maddie.
Outro detalhe revelado pela PJ, do porque os pais serem considerados suspeitos, vinham da suspeita de homicídio acidental. Os investigadores disseram na ocasião, que Maddie havia morrido e que o que poderia ter causado seu óbito, estaria na negligência dos pais ou excesso de medicação sedativa, ou seja, o casal McCann, poderia ter administrado de forma excessiva calmante na criança.
A PJ, disse ainda que tais suspeitas, foram corroboradas pelos vários indícios de fluidos corporais com o ADN da criança encontrados num carro alugado pelos pais mais de vinte dias após o desaparecimento, que indiciavam o transporte do corpo da pequena Maddie.
ADN da criança encontrados num carro alugado pelos pais
Kate McCann, mãe de Madeleine, explicou o fato dos cães terem identificado um cheiro de cadáver nas suas roupas, por ter, antes das férias, estado em contato com cadáveres durante o trabalho, e o ADN encontrado no carro por ter transportado no carro, entre outras coisas, as sandálias suadas de Madeleine e fraldas com fluidos corporais dos gémeos. Estas últimas explicações também foram colocadas em dúvidas por especialistas.
Repercussão
E foi devida a esta suspeita, que o caso ganhou repercussão internacional, principalmente depois da divulgação de que a polícia havia incluído Kate e Gerry entre os suspeitos, ao lado do também britânico Robert Murat.
Inconformados, Kate e Gerry McCann, contrataram uma equipe de detetives particulares para ajudar no caso.
Os mencionados amigos do casal, foram arrolados como testemunhas no caso, já que jantavam com os pais McCann no dia do desaparecimento, porém, se recusaram a testemunhar, o que se deu em abril de 2008, ou seja, um ano após o desaparecimento de Madeleine. Os nomes das testemunhas, não foram divulgados.
Manuel Catarino, autor do livro "A Culpa dos McCann" e redator chefe do jornal português Correio da Manhã, um jornalista português que acompanha o caso desde o início é contundente em apontar dois fatores que dificultaram a solução deste mistério que comove o mundo: houve falhas dos investigadores portugueses e uma pressão indevida da polícia inglesa.
Para o Jornalista, este caso só será solucionado se o cadáver da menina aparecer.
Catarino disse que a polícia judiciária portuguesa foi induzida pelos policiais ingleses a procurar por um raptor "que talvez nunca tenha existido". Aponta entre outras falhas,que o quarto onde Madeleine desapareceu não foi imediatamente selado, o que atrapalhou na coleta de provas substanciais, uma vez que a moviumentação no mesmo foi intensa.
Trotes e Denuncias Infundadas
As denúncias infundadas e os trotes atrapalharam muito trabalho da polícia, disse uma da delegada que acompanhou de perto o início das investigações. Ela afirmou que muitas ligações eram e são recebidas e que todas são avaliadas.
O dossiê da Interpol no Brasil sobre o caso lista os detalhes de cada denúncia enviada a Londres e a Portugal e das possíveis pistas vindas de outros países.
Em 01 de Julho de 2008 a Polícia Portuguesa afirmou que teria concluído o relatório da investigação do Caso Maddie
Em 01 de julho de 2008, a polícia judicial(PJ) de Portugal, concluiu a investigação sobre o desaparecimento da pequena Madeleine McCann, no sul do país, e entregou o relatório final à promotoria, confirmou na época o gabinete do procurador-geral da República. Portanto, após um ano e dois meses do sumiço da pequena Madeleine, para a PJ o caso estava encerrado.
Sem muito comentar, os médicos britânicos Kate e Gerry McCann, concederam uma breve entrevista na saída do tribunal, onde estavam acompanhados da advogada da família e demonstraram decepção e insatisfação com a falta de respostas.
A promotoria teria feito uma análise e uma avaliação global do conjunto do processo, que compreende dezenas de volumes, "com o objetivo de determinar se seria necessário realizar outras ações que reunissem condições suficientes para encerrar a investigação de fato. O que se estendeu por mais uns dez dias, onde neste interim foi ouvido em depoimentos um suspeito declinado pela polícia portuguesa.
O britânico Robert Murat, foi apontado como o primeiro suspeito no Caso Madeleine McCann, mais nada havia no inquerito que o incriminasse, por esta razão, Murat, seria indenizado, por danos graves à sua imagem e por ter sido colocado em situação de perigo á sua integridade física, estando completamente inocente de culpabilidades, {conforme relatou a polícia judicial}.
Completando "definitivamente" as investigações, após o interrogatório de Robert Murat, os investigadores portugueses, fecharam o caso dia 12 de julho de 2008 sem ter conseguido avanços significativos.
A única declaração aberta, fornecida pela promotoria, aos 12 de julho de 2008, foi em nota que dizia:
- "O sigilo da instrução está mantido, até meados de agosto", concluiu o texto.
Os pais de Madeleine processaram a imprensa e, ainda em 2008, receberam uma indenização de 550 mil libras (cerca de R$ 1,78 milhão) de quatro jornais do grupo Express Newspapers.
Fundo para arrecadar verbas para ajudar família a encontrar Madeleine
Com apoio do antigo jogador de rugby Martin Johnson, foi criado o Madeleine’s Fund: Leaving No Stone Unturned.
O objetivo deste, seria ajudar a família McCann nos custos incorridos e poder assuim continuar as investigações particulares independentemente e já contratadas pelos pais de Maddie, caso fosse necessário.
A família declarou que quaisquer fundos adicionais serão utilizados para ajudar a procura de outras crianças desaparecidas.
O website de suporte do Fundo, anunciou ter recebido 58 milhões de hits e 16 mil mensagens de suporte com dois dias apenas após de seu lançamento.
Em Abril de 2009 um conjunto de investigações efetuadas pelos agentes portugueses e estrangeiros, analisavam a reabertura do processo do desaparecimento de Madeleine MCcan. De acordo com informações publicadas em diversas mídias e agencias internacionais, essa reabertura, seria em virtude de haver várias provas que indicasse que a pequena Madeleine, teria morrido de forma acidental, ao bater com a cabeça na janela, quando estava olhando o pai que falava com um amigo na rua.
Em Maio de 2009
Um pedófilo britânico virou o novo suspeito do desaparecimento de Madeleine McCann segundo publicou a mídia britânica.
O pedófilo, era Raymond Hewlett, de 66 anos, que tem um histórico de casos de pedofilia e estaria morando em Tavira, que fica a uma hora da Praia da Luz, na época do desaparecimento da garota britânica, então com 3 anos.
Clamor Público e reação social
O clamor público dado a este caso desencadeou comentários negativos por parte de alguns críticos e profissionais da imprensa Europeia.
Matthew Parris em sua coluna, desabafou o que considerava o aproveitamento político por parte de membros do parlamento das emoções e sentimentos desencadeados pelo caso.
O jornal The Guardian descrevia a reação pública como histeria coletiva e estabeleceu um paralelo com a resposta à campanha do News of the World contra crimes relacionados à pedofilia.
Muitos artistas, esportistas e celebridades, fizeram campanhas em apoio ao Casal McCann e ainda acompanham o caso, vestindo "literalmente a camisa" pela solução e aparecimento da pequena Madeleine Beth McCann, CASO MADIE.
*Referências e importantes Informações do Painel abaixo, leia no rodapé.

MADDIE o Livro "A Verdade da Mentira
Lançado pela Editora Guerra e Paz - *Nota Autor: Gonçalo Amaral causa Polêmicas e é retirado do mercado após ação e determinação Judicial.
Este não é mais um livro sobre a investigação do desaparecimento de Madeleine McCann. Este é o livro do investigador principal do processo, que foi atacado e vilipendiado quando se encontrava apenas em busca da verdade e da justiça. Ninguém, à excepção dos pais de Maddie, sabe tão bem o que se passou naquela noite fatídica de 3 de Maio de 2007.
Gonçalo Amaral escreve na perspectiva da investigação por si conduzida e tem uma forte preocupação factual e de objectividade. Além disso, o livro contém revelações originais e esclarece muitos dos mais controversos aspectos do caso. O texto está apoiado por infogramas e fotografias que facilitam a compreensão do leitor e ilustram os passos da investigação e da conclusão obtida - por mais terrível que a mesma seja: Maddie está morta desde o dia do seu desaparecimento.
Para o autor do livro, Madeleine Beth McCann é a principal preocupação - é ela a vítima, e são as vítimas que têm de ser defendidas pela polícia e perseguidos os culpados do seu sofrimento. Tendo-lhe sido impossibilitado solucionar o caso, devido ao seu afastamento, quando se encontrava eminente a recolha de testemunhos vitais, preferiu abandonar a vida policial activa e retomar a liberdade de expressão não só para lavar a honra das calúnias que sobre si foram lançadas, mas para ajudar a que o caso não caia no esquecimento e a que, mais tarde ou mais cedo, o processo seja reaberto e feita justiça.
MADDIE a verdade da mentira
o livro Maddie – "A Verdade da Mentira”, de Gonçalo Amaral, o ex-inspetor da PJ que coordenou a investigação do caso Maddie, foi retirado das bancas em dezembro de 2009, por ordem de um tribunal, a pretexto de constituir um crime de difamação contra os McCann. Os bens do autor foram “congelados” para poderem cobrir uma eventual indemnização aos “ofendidos”.
(…)
“Durante o Estado Novo, era usual serem apreendidos a favor do Estado os bens – livros, discos e outros – pertença daqueles que, não concordando com as práticas políticas da época, se atreviam a escrevê-lo ou a dizê-lo alto.”
(…)
A saber:
1. Porque é que, na noite de 3 de maio de 2007, quando a menina inglesa desapareceu – recorde-se que todas as noites dormia sozinha com dois irmãozitos mais novos, enquanto os pais jantavam com os amigos – os McCann, já acompanhados pela PJ, sentiram necessidade de estar também acompanhados pelas televisões inglesas, que chegaram logo na manha seguinte?
2. Por que é que, estando supostamente destroçados pelo desgosto maior que pode abater-se sobre uns pais, mas tendo o apoio das autoridades e da população do seu país e do país onde os factos ocorreram, nomearam imediatamente umas figuras grotescas que davam pelo nome de assessores de imprensa ou porta-vozes?
3. Porque é que o primeiro-ministro britânico Gordon Brown, não contente com o corretíssimo gesto de contactar as autoridades portuguesas pedindo-lhes especial atenção para o caso, cedeu o seu porta-voz do Governo para assumir as mesmas funções junto do casal McCann?
4. Por que é que processos de desaparecimento de crianças portuguesas nunca mereceram das autoridades um centésimo do investimento em meios humanos e materiais para lhes encontrar o rasto?”
Muito já se escreveu sobre o “caso Maddie”. Mas não suficientemente. E concerteza que ainda que não se ouviu ninguém com responsabilidades governativas, policiais ou judiciais explicar porque é no ano deste desaparecimento, a PJ torrou mais de metade de todo o seu orçamento NUM único desaparecimento, quando na mesma altura existiam dezenas de outros casos, envolvendo crianças portuguesas, mas que nunca mereceram das nossas polícias nem uma fração deste investimento em meios e tempo. O tradicional servilismo português perante os “superiores seres do norte” não explica tudo: houve aqui ordens dada pelo Governo de Londres ao Paço e houve seguidismo acéfalo em altos governantes lusos. Isso é evidente e desprestigia Portugal.
Gonçalo Amaral construiu a imagem mental que a maioria de nós tem do casal McCann: estiveram diretamente envolvidos no desaparecimento da sua filha. A sua tese segundo a qual os pais davam soporíferos aos filhos antes das suas lautas e prolongadas jantaradas diárias com os amigos e que uma sobredosagem terá dado a morte a Maddie é fácil de deduzir quando se conhece a frieza e o profissionalismo aparente com que lidaram com a perda da sua filha e o conhecimento clínico assim como a facilidade de acesso a medicamentos, dizem o resto… A tese que teriam morto acidentalmente a criança e depois ter feito desaparecer o cadáver (incinerando-o numa das várias incineradoras para animais existentes no Algarve) é assim a mais provável e aquela sugerida pelo livro do antigo inspetor, precisamente a pessoa que no mundo – além dos McCann – melhor conhece as circunstâncias do desaparecimento é essa. Obviamente, os McCann não poderiam ficar parados perante tal constatação: usando os recursos financeiros que souberam reunir no apogeu do caso, usaram os nossos classicamente ineptos e injustos tribunais para num exercício ao pior estilo dos tribunais do Antigo Regime proibirem o livro de Gonçalo do Amaral: assim silenciaram o ex-inspetor e a verdade do “caso Maddie”. Mas terá este dócil (aos ingleses) tribunal alterado aquilo que a esmagadora maioria de nós acredita que aconteceu com Madeleine McCann? Não, a menos que o Tribunal nos queira impedir de pensar. E isso ainda não podem os McCann mandar um tribunal fazer. Ainda.
Com parte das informações de Sol
Fevereiro de 2010
A advogada do casal McCann Isabel Duarte, revelou provas em Tribunal que poderiam comprometer a PJ abrindo caminho à reabertura do caso Madeleine, numa discussão em 10 de fevereiro de 2010.
Durante as alegações finais do julgamento do livro "A verdade da mentira", (que era o Mérito do Processo em alegações 499) Isabel Duarte tentou demonstrar que a PJ de Portimão tem desvalorizado sucessivos avistamentos da criança, aos quais a polícia inglesa deu crédito. Essa denúncias contêm fotos que alegam e mostram que Madeleine possa estar bem provavelmente entre Espanha e Itália, enfatiza a advogada.
O Livro "A verdade da mentira" motivou toda essa reviravolta no caso, mas, que agora, parece estar sendo uma ponta de esperança para o Casal McCann.
Drª Isabel, quando questionada por um repórter que se encontrava dentro das dependências do Tribunal, do porque da Polícia Francesa, Espanhola e, Inglesa não tomarem à frente e saírem em busca dos respectivos esclarecimentos e investigações das denuncias, um tanto quanto "irritada" Isabel Duarte, respondeu prontamente, que, em virtude da descredilidade que foi dada á possiblidade de Madeleine estar viva, principalmente orinda do livro documentário escrito pelo ex-inspetor que presidiu o caso, tirou as perspectivas de encontrar a criança com vida. A advogada afirmou que o livro e denuncias lá descritas, ensejou a desmotivação e o entendimento de que buscar a menina, - "seria trabalhar para nada".
Isabel disse ainda que o inspetor Ricardo Paiva sempre alegou que Maddie estava morta, portanto, ninguém vai acreditar ou sair atrás de suposições que ele e o ex-inspetor negaram quaisquer possibilidade.
Para a defensora, o livro e a PJ, desacreditando que de fato ela estivesse viva, tiraram esoeranças e agiram de forma irresponsável. E em tom ríspido, Isabel respondeu questionando:
- "Para que investigar uma criança morta, se não acredita que esta viva?" - ressaltou a advogada. Isabel Duarte, finalizou, dizendo que existem sim, muitas informações que podem levar, como já devereiam ter levado ao paradeiro de Madeleine e que ela acredita que a criança esteja viva e em outro País como Itália ou França.
MADDIE Livro A Verdade da Mentira
O Livro foi Lançado em 2008
A obra documentário literário, O Livro MADDIE a verdade da mentira, após sucesso de vendas, mais de 175.000 exemplares, 10 edições, e estaria sendo traduzido para diversos idiomas, a fim de internacionalizar-se, mas acabou por ser retirado do mercado no auge das vendas, em dezembro de 2009, aguardando decisão Judicial até abril de 2010.
Ao longo de cerca de 200 páginas, o investigador que dirigiu o departamento de Portimão da PJ, que abrange a Vila da Luz, Lagos, donde desapareceu a criança, com quatro anos na altura, apresenta a sua versão sobre o caso.
O Livro MADDIE a verdade da mentira, agora para download, que pode ser baixado gratuitamente nos links abaixo:
http://www.downloads-completos.info/sem-categoria/maddie-a-verdade-da-mentira
ou
http://piratatuga.info/maddie-a-verdade-da-mentira.html
Estão disponibilizados também neste blog citado abaixo, para todos os downloads grátis do livro.
Formato pdf, 191 páginas, 3mb. Inclui imagens.
http://livrodegraca.blogspot.com/2009/02/maddie-verdade-da-mentira-download.html
*Nota - Se você quiser falar com o Autor e ex-responsavel pelas investigaões do Caso Madeleine McCann *Gonçalo Amaral,
Basta deixar recado em seu livro de visitas no link abaixo que chegará em suas mãos e certamente o mesmo retornara seu contato.
Para recados, clique em:
http://www.averdadedamentira.com
A reação e comentários dos Pais de Madeleine após a audiência do Livro e possível reabertura do CASO MADIE
- "Ficaríamos muito felizes e encantados se o caso fosse revisto ou reaberto, não temos nenhum problema quanto a isso. Mas precisamos de um inquérito verdadeiro e não dessa confusao". Falou para toda a imprensa Gerry McCann pai de Madeleine, que ao lado da esposa, segurava um cartaz com fotos de sua filha desaparecida desde de maio de 2007.
Gonçalo Amaral, ex-inspetor do Caso, e autor do Livro, demonstrou insatisfação na saída do Tribunal Cível e disse a uma jornalista Portuguesa: - "imagine agora eu ter que voltar assumir este caso como assistente de um possível novo julgamento" - Quando questionado se aceitaria? Amaral respondeu: - "É um fato que terei muito o que analisar muito o que pensar seriamente" - Concluiu.
Quanto a Obra Literária "A verdade da mentira" estava sub-judice aguardando determinação da Juíza que presidiu o caso, e ao final não decidiu pela liberação e a distribuição para o mercado, sendo suspensa a comercialização da Obra definitivamente.
Apesar do confronto que se opõe na abertura do inquérito entre Gonçalo Amaral e o Casal McCan, pela primeira vez, algo ficou claro: o desejo de ambas as partes em dedicar empenhos para reabrir o Caso Principal, ou seja, o desparecimento da pequena Madeleine, para se saber enfim o que "é verdade ou mentira" em todo este mistério.
Com tradução e texto, colhidos nas informações do noticiário TV1 RTP Jornal
Por Elizabeth Misciasci Revista zaP!
*Referências e importantes Informações do Painel abaixo, leia no rodapé.

Dia 25 de Maio de 2010
De acordo com as informações dos pais de Madeleine, um homem de nacionalidade Portuguesa, procurou o Casal McCann, para relatar que havia visto à pequena Maddie, um dia depois de seu desaparecimento, ou seja, no dia 04 de maio de 2007. Carlos Moreira, o respectivo português de 65 anos, contou que a criança e aparentava muito ser a filha dos McCann, relatou detalhadamente, que tratava-se de uma menina loira usando um pijama igual as descrições feitas pelos pais e que poderia ser o pijama que a menina usava quando desapareu.
Carmos Moreira, disse também, que, a criança por ele vista, seria a criança britânica desaparecida , e que esta, estava na parte traseira de uma van. Disse que só recentemente contatou a equipa de investigação particular (detetives) contratado pelos pais de Madeleine, porque não acha que a informação era pertinente, até aprender em um programa de TV recentemente que a polícia Portuguêsa não montou bloqueios em estradas, nem deu muita importância e pouco fazendo, depois do desaparecimento da menina.
Madeleine tinha quase quatro anos quando desapareceu do apartamento de férias em Praia da Luz de sua família no Algarve na noite de 3 de maio de 2007, enquanto seus pais jantavam com amigos próximos.
Dia 26 de maio de 2010
Kate McCann (mãe de Madeleine) conheceu os pais de outras crianças desaparecidas em 25 de maio de 2010 (com menos de 24 horas de desaparecimento) e disse-lhes: - "Todos nós compartilhamos a mesma dor".
A mãe de Madeleine McCann encontrou os pais que ela ajudou a lançar um sistema nacional para ajudar a encontrar crianças desaparecidas. Ela disse: - "É bom estar aqui hoje e conhecer outras famílias que estão em situações semelhantes". Continuando, declarou: - " É bom ter algumas histórias de esperança e de obter apoio e ser capaz de dar um pouco de apoio também. "Hoje dá esperança e solidariedade aos pais das crianças desaparecidas e é bom saber que não estamos sozinhos."
Ela também conheceu Sarah Taylor, que se reuniu com sua filha Nadia, seis, no início deste ano. Ela foi raptada por seu pai e levado para a Líbia por quase três anos. O evento, que também marcou o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, lançada da Criança Rescue sistema de alerta em toda a Grã-Bretanha. Isso permite que policiais para desencadear uma mídia instantânea alerta quando as crianças vão faltar.
Kate e seu marido Gerry têm procurado Madeline desde que ela desapareceu no feriado em 2007.
Dia 14 junho de 2010
A MUM pai de Jeremy Vargas contatou a equipe de polícia particular no caso Maddie para informar que um assassino recém preso e condenado poderia ser a chave para encontrar seu filho Jeremy e Madeleine McCann.
O apenado seria Charles O"Neill que disse ter estado em Portugal, quando Maddie,( três anos), desapareceu em 2007.
Dois meses antes, do ocorrido com Maddie, Charles O"Neill estava em Gran Canaria, nas Ilhas Canárias, Espanha, quando Jeremy Vargas, sete anos, desapareceu.
Mum Ithaisa Jeremy Suarez, 27, disse: "Eu acredito que ele possa saber onde estão ou o que aconteceu com eles, são casos idênticos.! As crianças desapareceram em questão de minutos, sem deixar vestígios. Ele é um monstro vil e deve ser interrogado novamente.
"O"Neill, 47 anos, e seu amante gay William Lauchlan estava condenado à prisão perpétua na quinta-feira pelo assassinato de mãe-de-três crianças: Allison McGarrigle em Largs, Ayrshire - Para detê-la,a dupla de maníacos, que já haviam se drogado, tiveram bastnate tempo para e abusar dos jovens.
O"Neill se recusou a atender os detetives que trabalham para os pais de Maddie, Kate e Gerry McCann.
Dia 04 de julho de 2010
A Ministra * Theresa May se encontrou com Kate e Gerry McCann para discutir como a busca de sua filha Madeleine estara progredindo. O Ministério do Interior anunciou a reunião daria lugar para uma sequência de troca de informações entre a Theresa Mau e o casal McCann.
Os pais de Madeleine pediram para ver o ministro do Interior e saber se os detalhes da reunião estavam surtindo efeitos positivos. Os pais de Madeleine queriam a certeza de que as informações estão sendo confirmadas bem como os pormenores investigados.
O casal McCann, Leicestershire, cuja filha desapareceu de seu apartamento de férias no Algarve, quer uma revisão (com cópia de todos os atos investigativos e processuais) e todas as informações pertinentes a este desaparecimento, pois quer entregá-los nas mãos das autoridades britânicas e Portuguêsas.
A Ministra Theresa May, lamentou o drama e disse que este caso segue numa revisão interna para apurar o que foi feito desde o início, o que colheu-se de provas, indícios e cada passo da dado na investigação. May informou que esta revisão acompanhada com foi ordenada pelo ex-secretário do Trabalho Home Alan Johnson no ano passado.
Dia 06 de agosto de 2010
- Os pais da pequena Madeleine McCann encontraram a Ministra da Mulher e da Igualdade Theresa May, para discutir o andamento das pesquisas, levantamentos e apurações referentes ao caso Maddie.
A pequena Madeleine Beth McCann, de *Rothley, Leicestershire, (*Rothley é uma espécie de Vila, um bairro, comunidade), (*Leicestershire, é um condado no litoral central da Inglaterra, ou seja, um condado pode ser considerado como município-equivalente) desapareceu de um apartamento de férias em Praia da Luz no Algarve em Maio de 2007, na época, com três anos de idade.
Antes da reunião do dia 06 de agosto, na quarta-feira dia 04 de agosto de 2010, Kate e Gerry McCann já haviam sido chamados para tentar uma revisão específica e direcionada, independente do caso que consta nos autos e se deu por finalizado em 2008.
Neste dia, o Casal McCann, fez várias queixas sobre a falta de interesse e qualidade de ajuda oferecida a eles com omissão de informações das autoridades locais.
O Casal McCann, também não deixou de salientar os episódios vivenciados em fevereiro de 2010, quando eles disseram ter encontrado "relutância" e desinteresse ao pedir às autoridades britânicas a re-examinar as informações detidas por autoridades policiais em todo o mundo.
Um porta-voz do Home Office disse: - "O Ministro da Administração Interna realizou uma reunião privada com Kate e Gerry McCann na quarta-feira para discutir o caso da sua filha Madeleine".
Detalhes das conversas não foram divulgados.
Reportagens e traduções
Por Elizabeth Misciasci
*Theresa May
Conhecendo a Ministra e Sabendo mais de *Theresa May
Maria Theresa de Maio (Brasier née, nascido em 01 de outubro de 1956) é uma política do Partido Conservador britânico, que serve como Home Secretary na actual Conservador Liberal Democrata - governo de coalizão. Ela foi eleito para o Parlamento em 1997 como membro de Maidenhead, e serviu como presidente do Partido Conservador, de 2003-2004. Nomeada para o Conselho Privado em 2003, tornou-se Shadow Secretário de Estado do Trabalho e Pensões e ministro sombra para as Mulheres, antes de ser criado o secretário (responsável pela segurança nacional e da polícia) e Ministra da Mulher e da Igualdade no gabinete de David Cameron,
Theresa May, 54 anos, é política do Partido Conservador Britânico que entre outros, serve como uma espécie de consultor e assessor ao atual Conservador Liberal Democrata (Governo de coalizão).
Theresa May, foi eleita para o Parlamento em 1997 e Presidente do partido conservador em 2003, 2004. Trabalhou como "um braço" para o secretário de Estado do trabalho e Pensões, onde proclamava e reivindicava os direitos da mulher, antes de ser criada a secretária (responsável pela segurança nacional e da polícia) , chegando ao cargo de
Ministra da Mulher e da Igualdade em 11 maio 2010.
Por Elizabeth Misciasci
*Referências e importantes Informações dos Paineis acima.
Os Paineis que demonstram a evolução da pequena Madeleine McCann, estão em arte ilustrativa, porém, fidedígnas e fiéis às originais.
Para a simulação e criação de imagens que possam demonstrar possíveis feições a aparências de Madeleine com o passar dos anos, foram acrescentadas com os devidos créditos e origens das técnicas. Na maioria das vezes, foi utilizado o State-of-the-art - "o avanço da idade" - técnicas digitais que foram usadas por peritos do FBI para criar imagens, bem como trabalharam em fotos, artistas, especialistas e policias técnicas, que mostram como Madeleine pode ter mudado ao longo do tempo em que esta desaparecida.
Atualizado acima em 23 de agosto de 2010
Atualizado abaixo em setembro de 2010
Raymond Hewlett, condenado por pedofilia, acusado de ser estuprador de criança, pela polícia e justiça britânica e que estaria na praia da Luz em 2007, quando do desaparecimento da pequena Madeleine McCann, morreu de câncer na garganta, em abril de 2010, recusando-se até o fim, em atender os detetives contratados pelo casal McCann.
Hewlett se tornou suspeito do desaparecimento da pequena Madeleine McCann, em razão (entre outro), de possuir longo histórico criminal (DVC), com vastas provas de autorias em crimes de estupro e rapto de crianças.
Em 10 de abril de 2010, em um artigo do jornalista SYSON NEIL, publicado no The Sun – já contava que:
Hewlett havia dito a um amigo que sabia da existência de ciganos que vendiam crianças para pervertidos. Que isso seria de seu conhecimento ainda quando estava em Portugal, na época em que Maddie foi raptada e partiu para Marrocos, três semanas depois.
Também foi noticiado, que Raymond Hewlett vivia como um nômade em Portugal com a sua segunda família quando Maddie desapareceu do apartamento de férias em Praia da Luz, em Maio de 2007. No entanto, sua segunda esposa, a alemã Mariana de 35 anos, não quis falar sobre o assunto, se recusando a prestar qualquer declaração.
Em 01 de setembro de 2010, na material assinada por ANTONELLA LAZZERI e ANDY CRICK, também publicada pelo Jornal The Sun:, Raymond Hewlett, teria deixado com um homem desconhecido, uma carta para ser entregue ao filho Wayne.
Wayne, que é filho de Raymond Hewlett com sua primeira e ex-esposa Susan, 64 anos, mora em Telford, Shropshire, assim como sua mãe, e ambos, não tinham contato com Raymond Hewlett, nem conhecimento de sua morte.
Wayne, 40 anos, que é construtor, disse que a carta do pai, lhe foi entregue por um homem desconhecido, e que teria recebido a mesma, pensado ser de um advogado ou um detetive particular, uma semana depois ele morreu.
O maior contexto da carta seria pedido de desculpas pelos crimes hediondos cometidos, e como tinha afetado sua primeira esposa, Susan e o filho Wayne. Segundo sua versão, Raymond Hewlett, também estaria declarando na respectiva carta, de forma convincente e afirmativa, que Madeleine foi raptada por uma máfia cigana, formada por um bando de ciganos que se dedicam a vender crianças por encomenda a casais ricos, que não podem ter filhos nem conseguem adotá-los.
Raymond Hewlett foi o tema de 100 páginas do arquivo da polícia Portuguesa sobre o caso Maddie já que ele estava na capital da nação de Lisboa na época.
- A confissão no leito de morte pode lançar uma nova luz sobre o desaparecimento de Madeleine McCann.
Pelo que foi publicado, Raymond Hewlett, passou a escrever sobre a Maddie, que tinha quase quatro anos de idade quando desapareceu.
Wayne Hewlett diz ter ficado em choque, que recebeu a carta uma semana depois que seu pai morreu na Alemanha, mas que pelo ódio que sentia teria lido e queimado esta. Que ele e o pai não se falavam ha 20 anos, e que Raymond, não queria que perpetuasse a imagem dele como o sequestrador de Madeleine McCann.
Segundo o The Sun foi um amigo que revelou a notícia ao jornal, e que na carta, Hewlett teria dito que um amigo muito próximo, que conheceu em Portugal, após se embebedar, "deixou escapar" que ele havia roubado Maddie para cumprir ordens, que o rapto de Madeleine havia sido planejado pela gang cigana e que os membros do grupo optavam por menores, que eles fotografavam as crianças por encomenda e enviavam as imagens para os intermediários dos contratantes.
Wayne, disse ainda: - "Foi um choque grande e eu tremia enquanto lia aquilo tudo”.
- "Ele declarou que não queria ir para a sepultura com a gente pensando que ele tinha feito uma coisa tão horrível, e que ele disse que nada tinha a ver com o sumiço de Maddie, mas sabia quem tinha”. Conforme o Jornal, Wayne, relatou:
- "Meu pai disse que esta quadrilha operava há muito tempo, e que as crianças eram roubadas, para casais que não poderiam ter seus próprios filhos”.
A reportagem conta ainda, que:-
- "Maddie tinha sido escolhida”. Segundo a carta, Wayne contou que tiraram fotos de crianças e mandaram para as pessoas que estavam esperando por esta “adoção ilegal” e eles que diriam: Sim ou Não.
- "Papai disse que o tal amigo, lhe garantiu que não tinha nada a ver com sequestro de crianças para uma quadrilha de pedófilos ou por um motivo sexual. - Ele disse que não havia grandes somas de dinheiro envolvidas. E que ele acreditava totalmente no que aquele homem estava dizendo." – concluiu.
A conta se ajusta com os outros em torno do mistério Maddie.
Também de acordo com o jornal, uma fonte próxima à investigação em curso, disse: - "O que ele diz que se encaixa na teoria No1, o que é que ela foi roubada por encomenda."
Vários homens estranhos foram vistos tirando fotos de crianças ao redor do resort Ocean Club, nos dias antes que ela desapareceu. E o The Sun revelou no início deste ano que um expatriado britânico pensava que ele tinha visto Maddie em um automóvel (van branca) dirigida por um casal de ciganos, no dia seguinte em que ela estava perdida.
Wayne Hewlett acrescentou: - "Eu não sei se é isso o que aconteceu com Maddie ou não, mas faz sentido. Eu não posso acreditar que ele teria condições de tornar uma mentira elaborada quando estava tão fraco e doente".
Wayne falou que vai considerar o que disse Kate e Gerry, mas que estava preocupado com a possibilidade de lhes causar mais dor de cabeça ou, se lhes deu falsas esperanças.
Wayne, conforme retrata a reportagem, não teve contato com o The Sun sobre a carta, e informa: - “"Ficamos sabendo de sua existência através de um amigo".
Ainda pelo noticiário, Wayne, agora tem a intenção de sentar-se com os detetives Maddie a dizer-lhes tudo o que sabe.
O porta-voz dos McCann, Clarence Mitchell, disse: - "Estamos extremamente gratos à Wayne por passar adiante esta informação e a intenção da equipe de detetives será entrevistá-lo como uma questão de prioridade."
Raymond Hewlett, 62 anos, morreu de câncer na garganta e foi cremado num funeral de indigente na Alemanha, há aproximadamente quatro meses.
Reportagens e traduções
Por Elizabeth Misciasci
Com informações de agencias de notícias internacionais - Setembro de 2010
O Caso Madeleine MacCann, pode ser lido também em
http://www.eunanet.net/beth/news/topicos/caso_madeleine.htm

"A verdadeira poesia é uma viagem ao desconhecido. É caos e criação. Vida e morte..."

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