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Publicado por Elizabeth Misciasci em 07/08/2011 05:04:00

Casos Abertos

Atualizado em Dezembro de 2011 -Caso Abner Taborda e Fernando Iskierski

Caso Abner Elias Cologi Taborda e Fernando Iskiersi ainda sem solução após 8 (oito) meses

Caso Abner Elias Cologi Taborda e Fernando Iskiersi ainda sem solução após 7 (sete) meses

























































Do Ocorrido

- "O que de fato aconteceu?"

- No dia 02/12/2010 os soldados do Exército Abner Elias Cologi Taborda e Fernando Iskiersi são assassinados na Av. Comendador Franco (Avenida das Torres) no Bairro Uberaba, em Curitiba, após sair da casa noturna Rancho Brasil e outra vítima, o amigo Nei da Silva Pinheiro, que estava junto fica gravemente ferido. Todos, jovens com 19 anos de idade.

Os assassinatos aconteceram no Bairro Uberaba, em Curitiba – PR, onde fica uma casa noturna conhecida, a Rancho Brasil.

Segundo a polícia, após uma discussão no estacionamento do Rancho Brasil o Gol branco onde as vítimas estavam foram perseguidas por um veículo Punto vermelho.

A perseguição os alcançou na Avenida Comendador Franco (Avenida das Torres) na Curva do Tomate, o Gol foi metralhado com pelo menos 15 tiros.

Após metralhar o carro dos rapazes os assassinos fugiram em direção a São José dos Pinhais. Mas, (ainda de acordo com os policiais) as imagens das câmeras internas e externas (estacionamento) do Rancho Brasil não mostraram qualquer tipo de briga ou conflito. - "O guardador de carros da churrascaria ao lado ouviu a discussão, que teria ocorrido na rua e não no estacionamento”. Apurou-se.
Além disto, há imagens das câmeras da churrascaria, que podem ter captado a briga e as imagens da empresa Climasul, que fica na Curva do Tomate, exatamente aonde ocorreu o crime, mas, que não foram divulgadas.
Da casa noturna até o local do crime, há dois radares que podem ter captado os veículos e as placas. A arma usada foi uma pistola nove mm, Abner e Fernando morreram na hora com tiros na cabeça e pescoço.

Além de servirem como militares lotados no 5.º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado (Gacap), no Quartel do Boqueirão, Abner e Fernando (que morreram na hora) eram atletas, se destacavam em competições e não tinham vícios, nem inimigos.


Boletim de Ocorrência da PM

Conforme descrito em lavratura da PM em B.O - Boletim de Ocorrência que:

Em Suma: Transcrição Parcial

Que na madrugada do dia dois de dezembro de 2010, quinta-feira, por volta de 4h30m, um veículo marca Gol de Cor Branca, com placas de São José dos Pinhais, levava em seu interior, três rapazes.
Que, aproximadamente cinco horas, os três amigos que seguiam no Gol branco, pouco antes de chegarem ao Viaduto do Tomate, foram atingidos por disparos. Os tiros teriam partido de dentro de um veículo Punto Vermelho, que perseguiu as vítimas. Após o atentado, este carro teria fugido...
Sendo posteriormente apurado, que dos três ocupantes do veículo alvejado, dois eram militares do exercito, às vítimas fatais: Abner Elias Cologi Taborda, (filho de Edson Jose Taborda e Sueli Cologi Taborda) e Fernando Iskiersi, (filho de Lidia Iskierski) e o condutor do veículo, um civil identificado como Nei da Silva Pinheiro.
Ainda conforme descrito consta que, após um provável desentendimento entre as vítimas com os suspeitos, pode ter provocado o crime.

Segundo a polícia, houve um desentendimento entre as vítimas e os suspeitos no estacionamento do bar.
As vítimas Fernando Iskierski e Abner Elias Cologi Taborda morreram no local. Nei da Silva Pinheiro ficou gravemente ferido e foi levado para o Hospital Cajuru.
Ninguém foi preso.

Entre Relatos, Depoimentos, Testemunhas e Fatos

Entre os relatos colhidos, há testemunhos que afirmam: -"Tudo começou, ainda dentro da conhecida Casa Noturna Rancho Brasil..." Outras, atestam, que viram como tudo se originou, confessam o abalo emocional, o trauma, a tristeza e o estado de choque em que se depararam, com tamanha covardia e crueldade...
Tantos mais, que fizeram questão de manifestarem- se, pois, tomados pelo inconformismo, jamais poderiam presumir, que na verdade, o que era aparentemente o início de uma "situação comum, e frequente nas casas noturnas", principalmente pelo avançado da hora, chegassem aos homicídios.
Mas, para cada um que prestou declaração, ou relatou o que sabia, formal ou informalmente, (apenas como instrumento de informação), aquela discussão, aparentava ser efeito de bebida, não passava pela cabeça de ninguém que sem razão se tornaria na trágica e impensável barbárie ocorrida.


Dos fatos

Pessoas apresentaram detalhes, descrições, compatíveis à cronologia "esmiuçada" do caso.
Depoentes que presenciaram o início do que lamentavelmente teria um trágico fim, afirmaram que viram o começo do atrito e logo perceberam que duas das vítimas, estariam no interior da (Casa Noturna Rancho Brasil). Alegaram terem percebido uma situação de atrito, evidente, antes do trágico final, tratava-se do início de uma discussão... As testemunhas compareceram ao plantão e prestaram depoimentos.

Três rapazes Baleados

Abner Elias Cologi Taborda e Fernando Iskierski, de 19 anos, morreram na hora com tiros na cabeça. O terceiro rapaz foi baleado e esteve internado em estado grave.


Arma dos Crimes

A arma usada pelos atiradores é uma pistola 9 mm, de uso exclusivo das Forças Armadas e da Polícia Federal.
O carro em que eles estavam foi perseguido e atingido por cerca de 15 tiros.
A polícia investigou se as vítimas tinham se envolvido em uma briga na boate.
Um dos rapazes atingido e morto estaria dormindo em uma poltrona e foi molhado com cerveja.


Investigações

No início, o caso estava sendo investigado pela equipe da Delegada titular Drª. Vanessa Alice, na Delegacia Especializada de Homicídios de Curitiba/PR (DH), que evitou ao máximo, (mas, dentro do possível) e cautelosamente prestar informações à imprensa, especuladores, curiosos e mídias em geral.

Práticas, Condutas e Procedimentos Adotados e Utilizados desde a Fase Vestibular do Inquérito Policial

Condutas mantidas, com o propósito de resguardar todo o histórico do caso, tais como: - averiguações que já haviam sido efetuadas, análises em andamento, explorar depoimentos (relevantes), dissecação de vestígios, inspecionarem testemunho, apurar denúncias efetuadas com identificação, desvelar aspectos intrigantes e obscuros, elucidar detalhes contraditórios, estudar minuciosamente cada fato, tanto os que compõem o pré como o após-ocorrido, todos os acontecimentos ao redor, supostas motivações, fortes evidencias, possibilidades ou razões prováveis, que permitam estabelecer parâmetros e ilustrar semelhanças com seguimentos em comum e similaridades apresentadas em outros casos, aclarar rotinas das vítimas.
Conforme Relataram as Autoridades, assim agiram
Discrição em Ação de informar ou informar-se, resguardando indícios, que possam revelar suspeitos, co-autores, e outros suspeitos. Por ser fase de investigação, praticamente, todos os fatos são novos. Portanto, os fatos novos, durante o desenredar, sempre pedem empenho, mas, sem divulgação sobre o que estava sendo a desvendar. – "Zelar pelas procedências, locais e divulgação de nomes, ainda não conclusivos, assegurando o andamento do inquérito, Abrangência, Celeridade integralmente durante o transito vestibular para a apuração dos respectivos crimes". Foi-nos alertado!


Circunstanciar

Portanto, a fim de garantir que dados fossem e permaneça preservado, como compromisso ético acordado entre todos os que investigam o caso, nada esta parado, assegurando o mais breve andamento do inquérito. Com normas Estabelecendo padrões de desempenho, para a procura da verdade essencial, é necessário trabalhando com estudos analíticos do crime, recolhendo elementos que possam contribuir na descoberta de elementos novos, ou não sabidos.

As Pesquisas já bem avançadas denotam que ainda são feitas de maneira no máximo abrangentes e direcionadas, que possam definir a conduta "humana".
A conduta Humana, que se divide em quatro elementos-, resultado, nexo causal, e tipicidade, gerando além Circunstanciar após pesquisa de cada pessoa identificada, com primordial objetivo de esclarecer o caso. Também nos foi assim, informado.

Por fim
Esclarecimentos fornecidos pela Delegada Titular no início das investigações, bem como a equipe investigadora manteve-se reservadamente a fim de garantir que alguns dados apurados, durante o transito vestibular o crime, preservassem as investigações, assegurando um perfeito andamento do inquérito.
Portanto, para que as investigações não fossem prejudicadas, as informações dadas pela Polícia, foram de forma breve, e objetiva, sem especificidade de detalhes, nem sobre o que já havia sido apurado do crime, através das diligências e investigações.


No *"*"*dia 17/02/2011 conforme alguns links abaixo, os noticiários da capital Curitiba - (PR) , anunciaram que o suspeito dos assassinatos dos rapazes, havia sido localizado através de peças de um Punto vermelho.

As notícias destacavam que foi através das peças de um veículo que ligavam dois crimes envolvendo frequentadores do Rancho Brasil. Que o suspeito teria sido preso, no caso ”tal Sérgio” de 20 anos.

*"*"*
Metrópole Jornal – Acesse notícia veiculada no Metrópole, clicando aqui
*"*"*
Gazeta de Maringá – clique para ler a matéria na íntegra veiculada pela Gazeta de Maringá


A Delegacia de Homicídios disse na ocasião, ser ele o "tal Sérgio" o principal suspeito de matar os militares Abner Elias Cologi Taborda e Fernando Iskiersi e que as câmeras de segurança filmaram o Punto vermelho do atirador, e que a polícia descobriu que a placa havia sido adulterada.

- “Apuramos que, após o crime, esse carro foi batido e remontado, numa oficina em São José dos Pinhais. O veículo não foi localizado, mas, descobrimos que algumas peças foram colocadas no Punto usado no homicídio ocorrido no estacionamento do Rancho Brasil”, explicou a delegada ******Adendo Nota 02 Drª. Maritza Haisi.

Segundo Crime

Já o Segundo Crime, aconteceu na madrugada de 27 de janeiro de 2011 e vitimou o motoboy Guilherme Henrique Dreer de 21 anos.
Guilherme Henrique Dreer, que era filho de Luiz Carlos Dreer e Juvenina de Fatima Morais, não suportando a gravidade dos ferimentos, veio a falecer no dia 02 de fevereiro de 2011, no Hospital – Cajuru, onde há quatro dias estava internado, desde o dia do ocorrido.

Dois dias após a morte de Guilherme Henrique Dreer Suspeito de matar jovem em casa noturna se apresenta à polícia juntamente com o seu irmão

Acompanhado de seu advogado, o suspeito do assassinato de Guilherme Henrique Dreer, que não teve sua identidade divulgada pela polícia – se apresentou no dia 04 de Fevereiro de 2011, (sexta-feira) juntamente com seu irmão, na Delegacia de Homicídios (DH) onde foram ouvidos pela delegada Aline Manzatto em longo interrogatório, que teve inicio por volta das 17 horas.

De acordo com as informações dos investigadores da DH - Curitiba, o irmão também se entregou a polícia, porque durante as investigações, constatou-se a possibilidade da co-autoria, que, também apontavam ele por ter participado da briga que terminou em óbito de Guilherme Henrique Dreer, após ser baleado, onde foi atingido por cinco tiros na face. Os suspeitos, após atirarem contra o jovem Dreer, teriam fugido em um Fiat Punto com placas adulteradas.

- "Os dois Casos, embora tenham sido crimes semelhantes, não tinham ligação".

O inquérito esta parado na Delegacia de Homicídios de Curitiba!

Aproximadamente a uns dois (02) meses e vinte (20) dias atrás, a mãe de Fernando Iskiersi esteve mais uma vez na Delegacia, procurando informações sobre as investigações.

Em conversa com o **** Delegado chefe da **** DVC, **** Delegacia de Vigilância e Capturas Dr Jaime da Silva Luz (delegado responsável pelo caso), o mesmo informou que não tinha conhecimento do caso e não havia lido autos do inquérito.

Na terça feira dia 07/06/2011 ela voltou à delegacia, mas não conseguiu falar com o **** Delegado Dr Jaime da Silva Luz.

Abaixo, Foto de arquivo de Família de um dos Jovens Assassinados!
Sendo mais especifica, trata-se da: Imagem do Jovem Atleta e Militar Fernando Iskiersi!


Caso Abner Elias Cologi Taborda e Fernando Iskiersi ainda sem solução após 7 (sete) meses





















































*** A Dura Realidade e o Que Será do Futuro Para uma Mãe...

- “Para uma mãe, é difícil perder um filho assim, assassinado friamente e pior ainda é não ter os assassinos identificados e presos.

- “O Que acontece?"
– “É Descaso?"

- “O que falta, para que os familiares destes Jovens recebam no mínimo um parecer seguro, uma atenção das autoridades, uma resposta, e um pouco de Respeito?”

- “Será que trata-se de falta de (espécies) para buscar elementos, que possam esclarecer ou forneçam condições para evidências, pistas, ou fatos á serem apurados?"

– "Será que o que falta para uma investigação dedicada ao caso, provém de esquecimento?"

– "Poderia ser a falta de
*recursos* da Segurança Pública?"

– "É possível que essas isenção e conduta dos que deveriam dar pareceres, posições, respostas {coerentes e possivelmente concretas}, colhidas em investigações... (mas, que são ignoradas) (...) porque funcionários, (algumas exceções) pouco se importam com o lado humano... Pensando e tendenciado provar que estão trabalhando em excesso, e que aumentam as imensas listas de crimes insolúveis pelas precariedades ou dificuldades do Sistema?"

- “Poderia ser mais um {oportuno} momento, de estresses (já, que parece haver imperícias, falhas e buracos enormes, desde o inicio do caso...") Sendo o mais cômodo, lotar gavetas, com casos que resultaram em óbitos; mas... Que também aparenta indiferença, já que, em nada afeta o que/quem deveria estar ininterruptamente trabalhando nas investigações?”

– “Será que esta se tornando rotineiro, fazer com que o tempo passe, na crença de que os fatos, aos poucos serão esquecidos e nunca mais cobrados?”

- “Poderia talvez, explicar que os constantes descasos que acontecem é por falta de repercussão e mídia???”

- “Há anos, é assim que alguns casos seguem, sem os adequados {e, obrigatórios} procedimentos averiguados de forma abrangente... Sendo, que estes, só se apuram como se espera, à partir do despertar de indignação das pessoas, provocado pela Imprensa, que, ao divulgar uma barbárie, levando um caso à público, acaba atentando ao clamor social?"

**Uma Pausa Pessoal, para Análise, Observação, Dúvida e Reflexão...

Já que é de conhecimento geral, que muitos, se conceituam como profissionais sérios, mais que, no entanto, só trabalham (única, exclusiva e tão somente) se estiverem sendo acompanhados com total cobertura jornalística... porque são Notáveis Expertises ! - * (Claro que estes são raros e excepcionais exceções, mais é vero) que gostam e necessitam atrair holofotes?”

**Retornando ao Mérito

- “Poderia, ser um equívoco..." (?) "...ou, a total inversão de valores, onde, quem deveria estar cuidando de nossa segurança, de nossos filhos, entes queridos, amigos, enfim, da sociedade como um todo, estejam acreditando (ou acreditam mesmo) que estão nos fazendo algum favor?”

- “... E por assim ser, já pensam que normalmente os familiares das vítimas, se vêem obrigados a se conformar com qualquer coisa, sendo vencidos pelos: cansaço, desgosto, desânimo, infelicidade, inconformismo, descrença, tristeza... Enfim!?"

- “Mas, como muitos afirmam, será de fato, procedente, que definitivamente, não há mesmo interesse em elucidar mais estes gravíssimos e irreversíveis acontecimentos, e, não sabendo conter-se, esteja sendo externada de forma clara e cristalina, o resultado da SOMA:
...(embora inconsciente)...
- É ou seria: FALTA DE INTERESSE, MAIS FALTA DE VONTADE?"

- Ou seja:

- “Será que é possível mesmo, que exista pouca vontade da equipe encarregada do caso, e, assim sendo... – “SERIA MÁ VONTADE DE QUEM? - DA POLICIA?” (???)

- É inconcebível, que nada se saiba, nem tão pouco se explique, justifique, ou argumente sobre Estes Dois Assassinatos!

- "Como ficam as satisfações que devem e deveriam ser dadas aos Familiares das Vítimas, que é evidente, sentirem-se desamparados?"


- "É muita Crueldade com essas Famílias, que já estão sofrendo de forma inconjugável!"

Não pode ser possível, que exista alguém tão inumano á ponto de demonstrar irrisão! - É inaudito, que ninguém se importe, sendo agravantes sérios, uma vez que estes são os que deveriam estar infatigavelmente atuantes e, ao total dispor desses familiares, pois são os responsáveis pelas diligências, investigações e relatórios.

No entanto, absolutamente ao contrário, é o que se tem demonstrado e percebido! Evidenciando assim, despreparo para atuar no caso, e indiferença para com as Vítimas e seus familiares, numa total demonstração de isenção, despreocupação e desinteresse com o "todo".

Parece-me que é irrelevante para os que estão na posição investigativa, terem ciência das condições e expectativas dos familiares das Vítimas! Assim sendo, também, ignora-se o que se pensa, se sente, se quer saber ou já se sabe!

Enquanto Isso...

- (...) Será que só restaram os - “Serás”? (...)

Lástimas, Lágrimas, Ansiedade, Angustia, Insônia, Desespero, Medo, Insegurança, Sensação de Impunidade e Impotência, puro Inconformismo!

Estes "Extras" são perversos, lamentáveis e totalmente desnecessários, uma vez que, Indubitavelmente, a falta, a perda, e a Saudade é cada vez mais sentida, dorida e sofrida... E as Chagas, são feridas abertas, que só aumentam a cada segundo!

Afinal, São 8(Oito) meses passados da data dos acontecimentos..

- 8 (Oito) meses... Em que nada de concreto realmente se apurou?

Como diz o ditado popular: - "O que tem que ser, será"... Mas, sou crédula! Deposito muita fé em Deus, e é em suas mãos, que coloco situações inesperadas e difíceis!
Porém não desacredito de nada! E, confiante, tenho absoluta certeza que Destino, é algo traçado bem antes de "pensarmos" em vir ao Mundo!

** A Certeza

- “Uma coisa é certa: Não há, nem haverá quem impeça a nossa marcha, o nosso trajeto à caminho da elucidação desse descaso e mistério.
Mesmo, sabedores que somos, dos quão pequeninos grãos de areia, representamos em meio ao deserto, e uma imensa discrepância, de possibilidades, poder, determinações, enfim, Nós tentaremos!

É definitivamente certo que não haverá conformismo, mas, sim a busca dos acontecimentos, as razões, a maneira, o porquê, e, o(s) autor(es), que desgraçou famílias, ceifou vidas e deixou um vazio incomensurável! Seguiremos nessa busca, porque é o nosso desejo moral, nossa necessidade pessoal, nosso comprometimento com certo e real...

É impossível mantermos a inércia, diante dos fatos, não presenciados, mais por deverás sentido, onde destaco, frisando que, estando na condição de Sociedade por consideração, pesar e Respeito aos Nossos Jovens diante das condições em que suas vidas foram {barbaramente} e tão precocemente subtraídas , nós devemos isso à eles!

Mas, principalmente, pelo Amor Maior, Amor familiar, já que podemos e seremos instrumentos à representa os Jovens Abner Elias Cologi Taborda e Fernando Iskiersi em busca de respostas e verdades... Tentando Garantir seus DIREITOS por todo o rompimento, sofrimento, cerceamento, enfim, causados pelos resultados desta covardia! (...)

Porque não desistiremos, mesmo sendo possível, tratar-se de uma tão desigual luta!

Os “serás” Não há de “SER” mais uma lista indagadora e frustrante de “SERÁS”...

- "Pois a única certeza que temos, esperamos, insistiremos, e SABEMOS, é que SABEREMOS com Muita Fé, ir adiante!"

- Porque “SEREMOS” INCANSÁVEIS em Buscar Justiça!

Estaremos incontestemente atentos, “SENDO” presentes, unidos, e com fervor, “SEREMOS” irreversíveis “SERES” inconformados, que sentem o dever de "SABER" a verdade na íntegra! E mais, por eles, e por tantos que se foram e se vão... Não será permitido desanimar, nem fracassar!

Portanto, os incontáveis questionamentos do que "SERIA / SERIAM/ SERÁ... (?)" - Não se transformaram em mais perguntas, nem tão pouco "SERÃO" ignoradas...


- Não "SERÁ”, porque "JÁ É"!

– Ao tomarem conhecimento dos fatos até os dias atuais, várias pessoas inconformadas, se confessaram indignadas e revoltadas! No entanto, também consternadas, se decidiram dispostas a fazer algo, que possa fortalecer nossa luta!

- Agora, mais do que antes, muitos também querem "SABER"! Portanto, estabeleceu-se Nesta Corrente do Bem que:
Todos Nós empenhados - “QUEREMOS RESPOSTAS!”

Por: Elizabeth Metynoski

Da Redação Revista zaP!®
* Sessão Variedades


Complementos (Explicações, exemplificações, Justificativas, Atualizações)

Caso Abner Elias Cologi Taborda e Fernando Iskiersi ainda sem solução após 7 (sete) meses




******Nota 02 A Doutora Maritza Maira Haisi É atualmente a Delegada Chefe da Delegacia Especializada de Homicídios na Capital do Estado do Paraná/ Vice-Presidente da SIDEPO (Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado do Paraná.

A delegada Drª. Maritza Maíra Haisi exerce a profissão há 17 anos e já atuou em várias cidades do Paraná. Antes de assumir como delegada titular a Delegacia de Homicídios da capital, ela era delegada chefe da 14ª Subdivisão Policial de Guarapuava, na região central do Paraná.
DH - Delegacia de Homicídios Curitiba - FAX: (41) 33601400

INVESTIGAÇÃO DE CRIMES ANTIGOS
Mais de três mil homicídios não solucionados há mais de dois anos, em Curitiba, serão investigados a partir de hoje, por um grupo especial que ganhou o sugestivo nome de Honre (Homicídios Não Resolvidos).

O novo setor está instalado inicialmente na Delegacia de Homicídios, na capital, e conta com duas equipes chefiadas pelo delegado Rubens Recalcatti.
O projeto-piloto será aplicado na capital, mas a direção da Polícia Civil já admitiu a possibilidade de levá-lo para outros municípios.

A nova investida da polícia pretende dar respostas às famílias de vítimas, que, muitas vezes, vão cobrar pessoalmente na delegacia a continuidade das investigações.

O anúncio da criação do Honre foi feito com a presença do delegado-chefe da Divisão de Investigações Criminais (DIC), Luís Fernando Viana Artigas Filho, e a equipe da Homicídios que assumiu a especializada em janeiro de 2011: a delegada titular Maritza Haisi e os cinco delegados operacionais: Cristiano Augusto Quintas dos Santos, Maurílio Alves, Jaime da Luz, Aline Manzatto e Rubens Recalcatti, este terá bastante trabalho nos próximos dias.


O delegado Dr Jaime da Silva Luz, chefiava a DH de Curitiba, até março de 2009, quando na ocasião, em detrimento às mudanças no quadro de Delegados do estado do Paraná, pela Secretaria da Segurança Pública/PR (Sesp) passou a comandar os trabalhos na **** Delegacia de Vigilância e Capturas (DVC), onde permanece até os dias atuais (agosto de 2011).

**** DVC – A delegacia tem a finalidade de gerenciar o banco de dados de mandados de prisões, vindos das varas criminais de Curitiba, das comarcas do Paraná e de outros Estados, irradiando as informações para todas as delegacias do Paraná e do País. A DVC mantém também uma seção para registro de desaparecimentos de adolescentes e adultos, contando com índice de 90% de solução dos casos. As equipes de investigações da delegacia são responsáveis pelo cumprimento dos mandados de prisões de condenados pela Justiça e capturas de foragidos do sistema prisional, bem como a identificação de o paradeiro de jovens e adultos desaparecidos.

Esclarecimentos das Autoridades Locais
Quanto mais tempo se passa entre o crime e a investigação, maior a dificuldade no esclarecimento. Em Curitiba, por exemplo, o grupo Honre (Homicídios Não Resolvidos) se debruça sobre 3,6 mil inquéritos inconclusos, de crimes ocorridos até 2008. O delegado da Delegacia de Homicídios Rubens Recalcatti, que lidera o grupo, diz eles se acumularam por causa da estrutura deficitária da polícia.

A falta de policiais faz com que diligências solicitadas pelo Ministério Público (MP) não sejam efetivadas, segundo o promotor de justiça Marcelo Balzer Correia, representante da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública no Paraná. “O maior problema hoje em termos de investigação, condução do processo e julgamento é a falta de estrutura física, pessoal e material.” Ele estima que apenas em 10% dos casos a Justiça consegue fazer com que o criminoso pague pela pena.

O juiz Daniel Surdi de Avelar, da 2.ª Vara do Tribunal do Júri, também reconhece falhas da instituição que representa, como a demora no trâmite burocrático do Judiciário e falta de pessoal. - “Se combate o crime não com as penas altas, mas com a certeza da punição”, afirma o juiz. Algo que não existe no Brasil.

Os problemas, no entanto, não ficam restritos à polícia. - “Temos sérias deficiências na investigação, na pesquisa e na análise que se tem que fazer e há a morosidade da Justiça”, afirma o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da pesquisa Mapa da Violência 2011. Segundo ele, o criminoso é descoberto e preso em apenas 4 mil dos cerca de 50 mil homicídios que ocorrem por ano no país. A impunidade impera em 92% dos casos.

A mãe de Abner, Sueli Taborda, afirma que os dois jovens eram muitos amigos. - "Eles passavam muito tempo juntos, até nessa hora difícil. Não sinto ódio e revolta pelos autores desse crime. Sei que isso não vai trazer meu filho de volta. Pedimos a Deus que tudo fique bem", retrata a mãe emocionada, comovida e esperando que seja solucionado o caso e responsáveis dessas barbáries punidos.

Por: Elizabeth Metynoski
Movimento Giorgio Renan Por Justiça
www.giorgiorenanporjustica.org
Membro da Rede Nacional Luta Sim Luto Não

*Nota

O que já havíamos Publicado anteriormente, pode ser conferido, acessando o link abaixo:

Caso Abner Elias Cologi Taborda e Fernando Iskiersi em Revista zaP!

Da Redação Revista zaP!®
Edição de conteúdo:
Por: *Elizabeth Misciasci
imprensa@revistazap.org
Departamento de Comunicação (Jornalismo) zaP!®

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